Espondilite Anquilosante

Que consequências pode ter?

A doença pode ter uma evolução mais branda ou mais agressiva: cada doente é diferente. As espondilartrites podem ter uma evolução lenta ou, por outro lado, uma progressão rápida do dano estrutural, com fusão das articulações sacroilíacas (as chamadas “sacroilíacas fantasma”) e com formação de pontes ósseas entre as vértebras, podendo a longo prazo levar à chamada “coluna em bambu”, com perda severa da mobilidade. Por vezes, as coxofemorais – articulações das ancas – e os ombros são também severamente afetados, condicionando uma artrose precoce e uma diminuição marcada da amplitude dos movimentos.

Não é uma doença contagiosa.

Quanto à transmissão à descendência, os indivíduos com familiares em primeiro grau com espondilartrites apresentam maior risco de desenvolver a doença – influenciado grandemente pela predisposição associada à presença do alelo HLA B27. Todavia, o risco de um familiar do primeiro grau de um indivíduo com espondilartrite vir a apresentar também a doença permanece relativamente baixo – inferior a 10%.

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