Portuguese guidelines fot the use of biological agents in rheumatoid arthrits - October 2011 update
Resumo
Os autores apresentam a actualização dos Consensos sobre a utilização de terapêuticas biológicas na artrite reumatóide (AR), elaborados por um grupo de trabalho da Sociedade Portuguesa de Reumatologia (SPR). Nestas normas nacionais são discutidos os critérios para início e manutenção de terapêutica biológica, contra-indicações para a sua utilização e actuação se o doente for não respondedor.
Para início de terapêutica biológica (com um antagonista do factor de necrose tumoral, abatacept ou tocilizumab) os doentes com AR devem ter um disease activity score 28 (DAS 28) igual ou superior a 3,2, após pelo menos 3 meses de tratamento com metotrexato (MTX) na dose mínima de 20mg/semana, ou, na impossibilidade de tratamento com MTX nesta dose, após 3 meses de outro fármaco convencional modificador da doença ou associação terapêutica. Está previsto também o início de terapêutica biológica em doentes que, sob terapêuticas convencionais, apresentem um DAS28 entre 2,6 e 3,2 e tenham uma significativa degradação funcional ou radiológica. O objectivo terapêutico deverá ser atingir a remissão ou, pelo menos, uma baixa actividade da doença traduzida por um DAS28 inferior a 3,2, sem degradação funcional ou radiológica significativa.
São considerados critérios de resposta após os primeiros 3 meses de terapêutica a verificação de uma redução do DAS28 igual ou superior a 0,6. A partir dos 6 meses de terapêutica considera-se a existência de resposta clínica se os doentes apresentarem uma redução do DAS28 superior a 1,2. Nos doentes considerados não respondedores o Reumatologista assistente poderá optar por mudar para outro agente biológico (antagonista do factor de necrose tumoral, abatacept, rituximab ou tocilizumab).
Palavras-Chave: Artrite Reumatóide; Terapêutica Biológica; Recomendações
Abstract
The authors present the revised version of the Portuguese Society of Rheumatology (SPR) guidelines for the treatment of rheumatoid arthritis (RA) with biological therapies. In these guidelines the criteria for introduction and maintenance of biological agents are discussed as well as the contraindications and procedures in the case of non-responders. Biological treatment (with a tumour necrosis factor antagonist, abatacept or tocilizumab) should be considered in RA patients with a disease activity score 28 (DAS 28) equal to or greater than 3.2 despite treatment with at least 20mg-weekly-dose of methotrexate (MTX) for at least 3 months or, if such treatment is not possible, after 3 months of other conventional disease modifying drug or combination therapy. A DAS 28 score between 2.6 and 3.2 with a significant functional or radiological deterioration under treatment with conventional regimens could also constitute an indication for biological treatment. The treatment goal should be remission or, if that is not achievable, at least a low disease activity, defined by a DAS28 lower than 3.2, without significative functional or radiological worsening.
The response criteria, at the end of the first 3 months of treatment, are a decrease of at least 0.6 in the DAS28 score. After 6 months of treatment response criteria is defined as a decrease greater than 1.2 in the DAS28 score. Non-responders, in accordance to the Rheumatologist’s clinical opinion, should try a switch to another biological agent (tumour necrosis factor antagonist, abatacept, rituximab or tocilizumab).
Keywords: Rheumatoid Arthritis; Biological Therapies; Guidelines.
Portuguese guidelines for the use of biological agents in rheumatoid arthritis - March 2010 update
Grupo de Estudos de Artrite Reumatóide da Sociedade Portuguesa de Reumatologia
Resumo
Os autores apresentam a actualização dos Consensos sobre a utilização de terapêuticas biológicas na artrite reumatóide (AR), elaborados por um grupo de trabalho da Sociedade Portuguesa de Reumatologia(SPR). Nestas normas nacionais são discutidos os critérios para início e manutenção de terapêutica biológica, contra-indicações para a sua utilização e actuação se o doente for não respondedor. Para início de terapêutica biológica os doentes com AR devem ter um disease activity score 28 (DAS 28) superior a 3,2, após pelo menos 3 meses de tratamento com metotrexato (MTX) na dose de 20mg/semana, ou, na impossibilidade de tratamento com MTX nesta dose, após 6 meses de outro fármaco convencional modificador da doença ou associação terapêutica. Está previsto também o início de terapêutica biológica em doentes que, sob terapêuticas convencionais, apresentem um DAS28 entre 2,6 e 3,2 e tenham uma significativa degradação funcional ou radiológica. O objectivo terapêutico deverá ser atingir a remissão ou, pelo menos, uma baixa actividade da doença traduzida por um DAS28 inferior a 3,2, sem degradação funcional ou radiológica significativa.
São considerados critérios de resposta após os primeiros 3 meses de terapêutica a verificação de uma redução do DAS28 superior a 0,6. A partir dos 6 meses de terapêutica considera-se a existência de resposta clínica se os doentes apresentarem uma redução do DAS28 superior a 1,2. Nos doentes considerados não respondedores o Reumatologista assistente poderá optar por mudar para outro agente biológico (antagonista do factor de necrose tumoral, abatacept, rituximab ou tocilizumab).
Palavras-Chave:
Artrite Reumatóide; Terapêutica Biológica; Anti-TNF; Rituximab; Abatacept; Tocilizumab.
Faça o download do documento completo.
"Consensos para a utilização de terapêutica biológica na Artrite Reumatóide - actualização de Dezembro de 2007"
Grupo de Estudos de Artrite Reumatóide da S.P.R.
Resumo
Os autores apresentam a actualização dos Consensos sobre a utilização de terapêuticas biológicas na artrite reumatóide (AR), elaborados por um grupo de trabalho da Sociedade Portuguesa de Reumatologia (SPR). Nestas normas nacionais são discutidos os critérios para início e manutenção de terapêutica biológica, contra-indicações para a sua utilização e actuação se o doente for não respondedor. Para início de terapêutica biológica os doentes com AR devem ter um disease activity score 28 (DAS 28) superior a 3,2, após pelo menos 3 meses de tratamento com metotrexato (MTX) na dose de 20mg/semana, ou, na impossibilidade de tratamento com MTX nesta dose, após 6 meses de outro fármaco convencional modificador da doença ou associação terapêutica. Está previsto também o início de terapêutica biológica em doentes que, sob terapêuticas convencionais, apresentem um DAS28 entre 2,6 e 3,2 e tenham uma significativa degradação funcional ou radiológica. A monitorização deve ser efectuada trimestralmente.
São considerados critérios de resposta após os primeiros 3 meses de terapêutica a verificação de uma redução do DAS28 superior a 0,6. A partir dos 6 meses de terapêutica considera-se a existência de resposta clínica se os doentes com um DAS28 inicial superior a 5,1 tiverem uma redução do DAS28 para níveis inferiores a 4 ou, se os doentes com um DAS28 inicial inferior a 5,1 apresentarem uma redução para menos de 3,2 desde que não ocorra degradação funcional ou radiológica significativa. Nos doentes considerados não respondedores o Reumatologista assistente poderá optar por mudar para outro agente biológico (antagonista do factor de necrose tumoral alfa, rituximab ou abatacept).
Palavras-Chave:
Artrite Reumatóide; Terapêutica Biológica; Anti-TNF-alfa; Rituximab; Abatacept.
"Consensos para a utilização de terapêutica biológica na Artrite Reumatóide - actualização de Dezembro de 2006"
Grupo de Estudos de Artrite Reumatóide da S.P.R.
Resumo
Os autores apresentam a actualização dos Consensos sobre a utilização de terapêutica biológica na artrite reumatóide (AR), elaborados por um grupo de trabalho da Sociedade Portuguesa de Reumatologia (SPR).
Nestas normas nacionais são discutidos os critérios para início e manutenção de terapêutica biológica, contra-indicações para a sua utilização e actuação se o doente for não respondedor. Para início de terapêutica biológica os doentes com AR devem ter um disease activity score 28 (DAS 28) superior a 3,2, após pelo menos 3 meses de tratamento com metotrexato (MTX) na dose de 20mg/semana, ou, na impossibilidade de tratamento com MTX nesta dose, após 6 meses de outro fármaco modificador da doença convencional ou associação terapêutica. É previsto também o início de terapêutica biológica em doentes que, sob estas terapêuticas, apresentem um DAS28 entre 2,6 e 3,2 e tenham uma significativa degradação funcional ou radiológica. A monitorização deve ser efectuada trimestralmente. São considerados critérios de resposta após os primeiros 3 meses de terapêutica a verificação de uma redução do DAS28 superior a 0,6.
A partir dos 6 meses de terapêutica considera-se a existência de resposta clínica se os doentes com um DAS28 inicial superior a 5,1, tiverem uma redução do DAS28 para níveis inferiores a 4 ou, se os doentes com um DAS28 inicial inferior a 5,1, apresentarem uma redução para menos de 2,6 ou entre 2,6 e 3,2, desde que não ocorra degradação funcional ou radiológica significativa. Nos doentes considerados não respondedores o Reumatologista assistente poderá optar por mudar para um segundo antagonista do factor de necrose tumoral alfa ou para rituximab.
Palavras-Chave:
Terapêutica Biológica; Terapêutica Anti-TNF-a; Artrite Reumatóide; Portugal.
"Consensos para a utilização de terapêutica biológica na artrite reumatóide - actualização de Dezembro de 2005"
Grupo de Estudos de Artrite Reumatóide da S.P.R.
Resumo
Os autores apresentam a actualização dos Consensos sobre a utilização de terapêutica biológica na artrite reumatóide (AR), elaborados por um grupo de trabalho da Sociedade Portuguesa de Reumatologia (SPR).Nestas normas nacionais são discutidos os critérios para início e manutenção de terapêutica biológica,contra-indicações para a sua utilização e actuação se o doente for não respondedor. Para início de terapêuticabiológica os doentes com AR devem ter um disease activity score 28 (DAS 28) superior a 3,2, após pelo menos 3 meses de tratamento com metotrexato (MTX) na dose de 20mg/semana, ou, na impossibilidade de tratamento com MTX nesta dose, após 6 meses de outro fármaco modificador da doença convencional ou associação terapêutica. É previsto também o início de terapêutica biológica em doentes que, sob estas terapêuticas, apresentem um DAS28 entre 2,6 e 3,2 e tenham uma significativa degradação funcional ou radiológica. A monitorização deve ser efectuada trimestralmente. São considerados critérios de resposta após os primeiros 3 meses de terapêutica a verificação de uma redução do DAS28 superior a 0,6. A partir dos 6 meses de terapêutica considera-se a existência de resposta clínica se os doentes com um DAS28 inicial superior a 5,1, tiverem uma redução do DAS28 para níveis inferiores a 4 ou, se os doentes com um DAS28 inicial inferior a 5,1, apresentarem uma redução para menos de 2,6 ou entre 2,6 e 3,2, desde que não ocorra degradação funcional ou radiológica significativa. Nos doentes considerados não respondedores é sugerida a mudança para outro agente biológico.
Palavras-chave:
Terapêutica Biológica; Terapêutica Anti-TNF-alfa; Artrite Reumatóide; Portugal.
Resumo dos Consensos SPR para a utilização de DMARDs Biológicos na Artrite Reumatóide.